Um dos temas mais polêmicos relacionado ao estudo da homossexualidade é a questão da chamada " identidade GAY ". Defendida como condição primordial de total equilíbrio emocional para as pessoas que sentem atrações homoeróticas.A maioria dos terapeutas pelo mundo afirmam que seus clientes gays afirmam que o processo de auto-aceitação que, via de regra, se dá de forma gradual e segue determinados estágios.
Na tentativa de normalizar esse processo, a psicóloga australiana Dra. Vivienne Cass¹ desenvolveu um modelo de formação de identidade gay (Model of Homosexuality Identity Formation) que tem sido utilizado por terapeutas afirmativos em vários países, e que tem se mostrado muito útil na prática clínica.
Esse modelo pressupõe a existência de estágios em que a pessoa alcança no decorrer de sua vida emocional, sexual e comportamental para aceitação GAY. É importante dizer que nem todos,via de regra, atinge esses estágios , alguns não saem nem do 1º estágio, já outros passam por todos os estágios já aos 16 anos de idade. Logo as idades mostradas na figura abaixo são estatísticas.

Os estágios são:
1. confusão de identidade: nesse estágio o individuo começa a notar, a reconhecer e a aceitar sua atração sexual por outros homens.
Mas não se imagina gay e identifica-se como heterossexual. A minoria que estão nesse estágio irão passar para o estágio seguinte. Alguns aceitam suas fantasias homoeróticas, (como sendo só fantasias ou "taras") mas nem por isso consideram a possibilidade de se tornarem gays.

2. Comparação de identidade: durante esse estágio o indivíduo começa a considerar a possibilidade de que talvez seja homossexual ou bissexual.
Ele provavelmente não emprega a palavra gay, uma vez que essa palavra está associada a um estilo de vida muito particular, com o qual ele não se identifica. É possível que aceite seu comportamento sexual, mas recuse a identidade.(ou seja #come cú , #chuparola ou #dar o cú , #fica de pau duro ao ver um homem nú na internet mas não quer se rotular "GAY") Ou que aceite a identidade, mas decida reprimir seu comportamento homossexual(ou seja ser um incubado).
3. Tolerância de identidade: aqui, o individuo já começa a identificar-se como gay, embora ainda tenha dificuldades em se aproximar da cultura gay.
(medo por conta da religião e da criação machista)
Nesse estágio as experiências (positivas ou negativas) são determinantes para a continuidade (ou não) no processo de formação e para que ele se mova (ou não) ao estágio seguinte.
(se o indivíduo se frustrar na condição gay, ele poderá optar em ser um "celibatário" se refugiando na vida de padre ou monge . Dai poderia-se explicar porque de ver-mos tantos seminaristas e padres 'gays". )
4. Aceitação de identidade: a passagem do estágio de tolerância para o de aceitação se dá a partir de um sentimento de convencimento e de identificação com a comunidade gay.
(começa a ir em boates gays, ruas, bares, festas e a namorar outro homem)
Nesse estágio o indivíduo tende a rejeitar os segmentos antigays da sociedade e a se aproximar cada vez mais de outros gays, (procurando novas amizades gays principalmente em redes sociais e bate-papo )adotando comportamentos, hábitos e linguagem própria do grupo gay com o qual se identifica. (já começa a falar o dialeto gay (/rindo))

5. orgulho de identidade: nesse estágio o indivíduo identifica-se totalmente como gay (ja digita no bate-papo que é gay), reforçando, sempre que possível, as diferenças entre gays e heteros.(já faz a linha sexóloga kk)
6. síntese de identidade: no último estágio prevalece a integração entre gays e heteros, e o indivíduo começa a compreender que nem todos os heterossexuais são antigays.
(completamente de bem com a vida e decidido na sexualidade homossexual, sem ter "neuras" e nem transtorno de cunho sexual)
O indivíduo reconhece e luta contra a homofobia e o preconceito, mas de uma forma mais tranqüila e sem sentir-se ameaçado. Consegue integrar sua afetividade e sua sexualidade a todas as áreas da vida.
(¹) Dra. Vivienne Cass:
currículo:
Membro da Sociedade Australiana de Autores (AUS) Membro da Sociedade Australiana de Psicologia (AUS)
Membro da Divisão de Independentemente Praticar Psicólogos (AUS)
Membro da Associação de Psicólogos Independentemente Praticar clínica (AUS)
Membro da Sociedade Sexologia Oeste da Austrália (AUS)
Membro da Sociedade Australiana de educadores sexuais, pesquisadores e terapeutas (AUS)
Membro da Sociedade para o Estudo Científico da Sexualidade (EUA)
Membro da Academia de Ciências de Nova York (EUA) Membro da Sociedade Internacional para o Estudo Científico da saúde sexual das mulheres Membro do Conselho Editorial,
Jornal da Homossexualidade Membros da Fundação de Saúde Sexual da Mulher
HABILITAÇÕES :
Doutor em Filosofia (Universidade Murdoch, 1986)
Mestrado em Psicologia (University of Western Australia, 1975)
Bacharelado em Psicologia (University of Western Australia, 1973)
fonte : internet
em cor verde minhas explicações.
Na tentativa de normalizar esse processo, a psicóloga australiana Dra. Vivienne Cass¹ desenvolveu um modelo de formação de identidade gay (Model of Homosexuality Identity Formation) que tem sido utilizado por terapeutas afirmativos em vários países, e que tem se mostrado muito útil na prática clínica.
Esse modelo pressupõe a existência de estágios em que a pessoa alcança no decorrer de sua vida emocional, sexual e comportamental para aceitação GAY. É importante dizer que nem todos,via de regra, atinge esses estágios , alguns não saem nem do 1º estágio, já outros passam por todos os estágios já aos 16 anos de idade. Logo as idades mostradas na figura abaixo são estatísticas.
Os estágios são:
1. confusão de identidade: nesse estágio o individuo começa a notar, a reconhecer e a aceitar sua atração sexual por outros homens.
Mas não se imagina gay e identifica-se como heterossexual. A minoria que estão nesse estágio irão passar para o estágio seguinte. Alguns aceitam suas fantasias homoeróticas, (como sendo só fantasias ou "taras") mas nem por isso consideram a possibilidade de se tornarem gays.

2. Comparação de identidade: durante esse estágio o indivíduo começa a considerar a possibilidade de que talvez seja homossexual ou bissexual.
Ele provavelmente não emprega a palavra gay, uma vez que essa palavra está associada a um estilo de vida muito particular, com o qual ele não se identifica. É possível que aceite seu comportamento sexual, mas recuse a identidade.(ou seja #come cú , #chuparola ou #dar o cú , #fica de pau duro ao ver um homem nú na internet mas não quer se rotular "GAY") Ou que aceite a identidade, mas decida reprimir seu comportamento homossexual(ou seja ser um incubado).
3. Tolerância de identidade: aqui, o individuo já começa a identificar-se como gay, embora ainda tenha dificuldades em se aproximar da cultura gay.(medo por conta da religião e da criação machista)
Nesse estágio as experiências (positivas ou negativas) são determinantes para a continuidade (ou não) no processo de formação e para que ele se mova (ou não) ao estágio seguinte.
(se o indivíduo se frustrar na condição gay, ele poderá optar em ser um "celibatário" se refugiando na vida de padre ou monge . Dai poderia-se explicar porque de ver-mos tantos seminaristas e padres 'gays". )
4. Aceitação de identidade: a passagem do estágio de tolerância para o de aceitação se dá a partir de um sentimento de convencimento e de identificação com a comunidade gay.(começa a ir em boates gays, ruas, bares, festas e a namorar outro homem)
Nesse estágio o indivíduo tende a rejeitar os segmentos antigays da sociedade e a se aproximar cada vez mais de outros gays, (procurando novas amizades gays principalmente em redes sociais e bate-papo )adotando comportamentos, hábitos e linguagem própria do grupo gay com o qual se identifica. (já começa a falar o dialeto gay (/rindo))

5. orgulho de identidade: nesse estágio o indivíduo identifica-se totalmente como gay (ja digita no bate-papo que é gay), reforçando, sempre que possível, as diferenças entre gays e heteros.(já faz a linha sexóloga kk)
6. síntese de identidade: no último estágio prevalece a integração entre gays e heteros, e o indivíduo começa a compreender que nem todos os heterossexuais são antigays.
(completamente de bem com a vida e decidido na sexualidade homossexual, sem ter "neuras" e nem transtorno de cunho sexual)
O indivíduo reconhece e luta contra a homofobia e o preconceito, mas de uma forma mais tranqüila e sem sentir-se ameaçado. Consegue integrar sua afetividade e sua sexualidade a todas as áreas da vida.
(¹) Dra. Vivienne Cass:
currículo:
Membro da Sociedade Australiana de Autores (AUS) Membro da Sociedade Australiana de Psicologia (AUS)
Membro da Divisão de Independentemente Praticar Psicólogos (AUS)
Membro da Associação de Psicólogos Independentemente Praticar clínica (AUS)
Membro da Sociedade Sexologia Oeste da Austrália (AUS)
Membro da Sociedade Australiana de educadores sexuais, pesquisadores e terapeutas (AUS)
Membro da Sociedade para o Estudo Científico da Sexualidade (EUA)
Membro da Academia de Ciências de Nova York (EUA) Membro da Sociedade Internacional para o Estudo Científico da saúde sexual das mulheres Membro do Conselho Editorial,
Jornal da Homossexualidade Membros da Fundação de Saúde Sexual da Mulher
HABILITAÇÕES :
Doutor em Filosofia (Universidade Murdoch, 1986)
Mestrado em Psicologia (University of Western Australia, 1975)
Bacharelado em Psicologia (University of Western Australia, 1973)
fonte : internet
em cor verde minhas explicações.
0 comentários:
Postar um comentário